Para mim a pior dor para uma mãe é ter o filho desaparecido. Assisti a matéria hoje cedo no jornal da Record. A busca destas mães não tem fim. Não saber se o filho está vivo, passando frio ou fome...Meu Deus!!!
Ter um filho especial é a oportunidade de ficar com ele 24 horas por dia. Não da pra reclamar mesmo.
Meu filho do meio - Gabriel desenvolveu a doença rara - Adrenoleucodistrofia - aos 6 anos de idade, Foram 8 anos de muito amor e cuidado, desafios e aprendizado após o diagnóstico tardio.
💜 Fevereiro Lilás 2026 💜
Um mês construído a muitas mãos, com amor, compromisso e respeito às famílias raras.
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RELATÓRIO DE ATIVIDADES – MAIO 2025 Linda Franco – Ativismo, Conscientização sobre Doenças Raras e Trabalho Voluntário com as Mães Atípicas...
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