Sobre Adrenoleucodistrofia.
http://www.paulomargotto.com.br/documentos/Monografia_Adrenoleucodistrofia.pdf
Meu filho do meio - Gabriel teve Adrenoleucodistrofia - foram 8 anos de muito amor e cuidado, desafios e aprendizado após o diagnóstico tardio. Gabriel desenvolveu a doença aos 6 anos e meio de idade.
3 de junho de 2015
1 de junho de 2015
28 de maio de 2015
Hoje foi um dia muito importante para o futuro das Pessoas com Doenças Raras no Paraná.
Audiência debate alternativas para ampliar o número de doenças raras detectáveis com o "teste do pezinho".
Audiência debate alternativas para ampliar o número de doenças raras detectáveis com o "teste do pezinho".
Apelo – Linda Franco é mãe de um menino de doze anos, que há seis sofre com a adrenoleucodistrofia, também conhecida como Doença de Lourenço (já retratada no cinema no filme “O Óleo de Lorenzo”) – uma doença genética rara e degenerativa ligada ao cromossomo X que atinge as glândulas adrenais, o sistema nervoso e os testículos. Ela conta que na época em que seu filho foi diagnosticado, a doença só poderia ser detectada com exames nos Estados Unidos. “Quando a gente descobre que não tem o que fazer é um baque. Você sai do consultório com diagnóstico debaixo do braço e é só. Mas eu resolvi ir em frente e hoje eu faço um trabalho de formiguinha, contando minha história pra mostrar o quanto é importante aumentar o número de doenças diagnosticadas com o teste do pezinho. Me reúno com as mães com casos parecidos, vou a eventos médicos e também políticos para tentar divulgar a causa. Hoje nós aqui no Brasil temos estrutura e tecnologia para deixar o exame do pezinho mais completo. E isso tem que acontecer logo, para termos diagnósticos de doenças graves cada vez mais cedo”, concluiu.
26 de maio de 2015
PÁGINAS
Dia 21 de Setembro falamos da Adrenoleucodistrofia na Escola Técnica de Enfermagem – UNITEC – em Curitiba. Data de conscientização da luta d...
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